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Futuros da Soja cedem mais de 1% em Chicago e Indústria da China tem contração maior que a esperada

O mercado testa novas e consideráveis baixas na Bolsa de Chicago nesta manhã de quarta-feira (31). As cotações, por volta de 8h (horário de Brasília), recuavam entre 15 e 18,75 pontos, com o julho sendo cotado a US$ 12,80 e o novembro a US$ 11,38 por bushel. Os preços vão, portanto, renovando suas mínimas em meses na CBOT. O óleo de soja também dá sequência às perdas, bem como farelo, milho e trigo. Óleo e trigo perdem mais de 2% na manhã de hoje.


As commodities cedem de forma generalizada, mais uma vez, com o petróleo recuando mais de 2,8% depois de já ter encerrado a sessão anterior com mais de 4% de queda. As preocupações com o futuro do teto do endividamento americano esão no centro das preocupações, já que apesar de um acordo firmado, implementá-lo pode ser ainda mais difícil.


Assim, a interferência do financeiro, em especial nesta semana, ainda continua muito presente.


Entre os fundamentos, o mercado permanece atento ao clima americano e à reta final do plantio da safra 2023/24. De acordo com os números trazidos no final da tarde de ontem pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), 82% da área destinada à soja já foi semeada, contra 64% do ano passado e 65% de média dos últimos cinco anos.


O boletim apontou ainda que 56% das lavouras já emergiram, contra 36% da semana passada e ano passado e superando também a média dos últimos 40 anos.


E os mapas climáticos indicam condições melhores de chuvas e temperaturas nos EUA nos próximos 8 a 15 dias, com chuvas melhor distribuídas e as temperaturas podendo ficar dentro da média em importantes regiões de produção.

Fonte: Notícias Agrícolas


A atividade industrial da China encolheu mais rápido do que o esperado em maio devido ao enfraquecimento da demanda, aumentando a pressão sobre as autoridades para sustentar uma recuperação econômica irregular.


O Índice de Gerentes de Compras (PMI) oficial da indústria caiu para 48,8, mínima de cinco meses, disse a Agência Nacional de Estatísticas (NBS) nesta quarta-feira, abaixo dos 49,2 de abril e da marca de 50 pontos que separa expansão de contração.


O PMI também frustrou as expectativas de analistas de um aumento para 49,4.


A atividade do setor de serviços expandiu no ritmo mais lento em quatro meses em maio, com o PMI não manufatureiro oficial caindo de 56,4 para 54,5.


"Os dados do PMI revelam que a China pode caminhar para uma recuperação em forma de K", disse Bruce Pang, economista-chefe da Jones Lang LaSalle.


"A demanda doméstica lenta pode pesar no crescimento sustentável da China, se não houver medidas eficazes para engendrar uma recuperação ampla", disse Pang.


A segunda maior economia do mundo está emergindo de três anos de bloqueios devido à pandemia, mas a recuperação tem sido desigual, com os gastos com serviços superando a atividade nos setores industrial, imobiliário e voltados para a exportação.


Os subíndices do PMI para maio mostraram que a produção industrial passou para uma contração, enquanto os novos pedidos, incluindo novas encomendas de exportação, caíram pelo segundo mês.


Entre os serviços, os setores dos transportes ferroviário e aéreo, alojamento e alimentação mantiveram-se em expansão, devido às fortes viagens do Dia do Trabalho em maio, enquanto a atividade imobiliária caiu.

Fonte: Reuters



 
 
 

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