Agro gerou mais de 38 mil novos empregos com carteira assinada em junho

Dados do Caged indicam que saldo entre contratações e demissões cresceu 2,21% em relação a 2020 - variação foi a maior entre os setores pesquisados


REDAÇÃO GLOBO RURAL

29 JUL 2021 - 14H09ATUALIZADO EM 29 JUL 2021 - 14H09

Trabalho em lavouras de café (Foto: Selva Bizarria)


O agronegócio brasileiro fechou junho gerando mais empregos com carteira assinada do que demissões. O saldo positivo no mês foi de 38.005 postos de trabalho, um aumento de 2,21% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Segundo as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged, divulgadas nesta quinta-feira (29/7) pelo Ministério da Economia, o agro teve 103.591 admissões e 65.586 desligamentos em junho.


Entre os Estados, só Rio Grande do Sul (-1.467) e Espírito Santo (-413) fecharam junho com saldo negativo. São Paulo foi o destaque positivo, com 25.839.

A variação de 2,21% do agro foi a maior entre os setores pesquisados - indústria geral (0,64%), construção (0,92%), comércio (0,76%) e serviços (0,66%).


No geral, o Brasil gerou 309.114 postos de trabalho em junho, com 1.601.001 admissões e 1.291.887 desligamento. No acumulado de 2021, o saldo positivo é de 1.536.717 novos trabalhadores no mercado formal.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a retomada da economia e o retorno ao trabalho com segurança tendem a crescer em ritmo acelerado com o avanço da vacinação contra Covid-19.


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